O País – A verdade como notícia

Cerca de 4 mil atletas de diversos escalões deram corpo, sábado, nas ruas da cidade da Beira, a Légua da Beira Cornelder. Os participantes, num movimento que já se tornou tradição, correram pela saúde. Esta foi a sétima vez que o fizeram, numa légua que vem sendo organizada, anualmente, pela Cornelder de Moçambique, com objectivo de aprimorar a relação entre a intuição, os colaboradores e as comunidades que vivem nos arredores do Porto, Corredor da Beira e países do Interland.Os participantes percorreram sete quilómetros e meio, dentro da urbe. A légua voltou a ser dominada, tal como nas seis edições anteriores, por estrangeiros.
Em masculinos, o maior vencedor nesta edição foi o sul-africano Abednico Mashaba que, pelo feito, teve como prémio o valor de 70 mil Meticais“Primeiramente, dizer que estou muito muito feliz por conseguir manter o meu tempo, mais uma vez, este ano, que é o quarto seguido. Estou muito feliz por isso. Tenho estado a me preparar para vencer sempre. Agradeço a Cornelder por ter organizado este evento”.
O Conselho Municipal da Beira entende que a légua contribui para melhorar não só a qualidade de vida dos colaboradores da Cornelder mas também de todos munícipes. “Se há uma atribuição de nota, temos que atribuir nota mil, porque a Cornelder tornou a realização da Légua, ao nível da cidade da Beira, como uma tradição, e isso não tem preço”, elogiou Sande Carmona, represente do CMB.
Por sua vez, o governador de Sofala, Lourenço Bulha, elogiou a iniciativa dos organizadores e deixou apelos para que outras instituições apresentem projectos que dao um suporte para o bem-estar de todos. “Outras empresas deveriam ter iniciativas iguais para o desenvolvimento físico da humanidade aqui de Sofala.”Para Jean De Vries, Administrador delegado da Cornelder de Moçambique, o mais importante na Légua da Beira não é conquistar prémios, mas sim contribuir para o bem estar de todos, pois sem capital humano saudável não há desenvolvimento.”Pela saúde e bem-estar. Se durante o ano, todo mundo faz um pouco de exercício, ganhamos saúde. Tudo é possível na vida.Há tempo para trabalhar, há tempo para se divertir e há tempo para correr. Não se precisa ser profissional e correr cinco horas por dia. Se você leva duas “horitas” por semana para fazer algum desporto, já está.”Os participantes desta prova estiveram divididos em seis categorias, nomeadamente, populares, estudantes, veteranos, federados, trabalhadores da Cornelder de Moçambique e comunidade portuária.

O Textáfrica do Chimoio é o clube que mais trocou treinadores nos últimos dois anos. Do ano passado a esta parte, so “fabris” do Planalto foram orientados por quatro técnicos, entre moçambicanos e estrangeiros.

Primeiro campeão de Moçambique independente, o Textáfrica de Chimoio continua a enfrentar dificuldades para se auto afirmar no contexto do futebol nacional. Os “fabris” do Planalto lideram, neste momento, a lista dos clubes que mais trocaram de treinadores nos últimos dois anos, por alegados maus resultados. 

Mas em alguns casos os treinadores abandonaram o emblema devido aos recorrentes atrasos salariais. De ano passado a esta parte, o Textáfrica foi orientado por quatro treinadores. Em 2024, passaram pelo clube: Abdul Omar, João Chissano e Alexandre Cepeda. 

Se o primeiro técnico foi demitido à entrada da segunda jornada por alegados maus resultados, o segundo abandonou o clube quatro meses após assumir o comando técnico devido aos atrasos salariais. 

Seguiu-se o técnico português, que orientou a equipa até ao fim do Moçambola, porém sem conseguir evitar a despromoção. Resgatado este ano para colmatar a desistência do Brera FC, o Textáfrica já está na lista dos clubes que afastaram os respectivos treinadores, com a saída de Sulemane Barros. 

O Moçambola 2025 tem mais dois treinadores demitidos em relação à época passada em seis jornadas disputadas. Em 2024 apenas dois treinadores tinham sido afastados, Abdul Omar, no Textáfrica, e Sérgio Bóris, no Ferroviário de Maputo. Victor Mayamba, Manuel Casimiro, Sulemane Barros e João Chissano, são os treinadores que caíram até agora. E assim vai o Moçambola!

O livro “Belmiro Simango – Black Simon – O Embondeiro do Basquetebol Moçambicano” é lançado hoje, no auditório do BCI, em Maputo. O livro faz parte do projeto “Memórias das Personalidades Desportivas Nacionais”. 

O evento é promovido pelo Ministério da Juventude e Desporto, através do Instituto Nacional do Desporto. 

O lançamento é uma homenagem a Belmiro Simango, uma figura proeminente no basquetebol moçambicano. O livro celebra a sua trajetória e contribuição no desporto moçambicano.

A Liga Moçambicana de Futebol precisa de 100 milhões de meticais para garantir a continuidade do Moçambola 2025, nomeadamente para o transporte aéreo. Nesta terça-feira, a LMF apresentou as suas dificuldades ao ministro da Juventude e Desporto, que garantiu apoio para o prosseguimento da prova.

O Moçambola disputou as primeiras cinco jornadas quase sem sobressaltos, ainda que os jogos fossem adiados para datas próximas, devido à logística da empresa Linhas Aéreas de Moçambique em disponibilizar lugares nos seus aviões, mas todos foram realizados.

Os problemas surgem à entrada da sexta jornada, quando a companhia aérea de bandeira nacional suspender as passagens aos clubes do Moçambola, devido ao não pagamento dos valores dos bilhetes.

Do orçamento inicial de perto de 180 milhões de meticais para viabilizar a prova, 64,7% era destinado ao transporte aéreo, ou seja, pouco mais de 116 milhões de meticais, um valor que aumentou em relação aos anos anteriores, mesmo devido à retirada da bonificação à metade da passagem de cada membro das delegações.

A Liga Moçambicana de Futebol não pagou os valores das passagens, e a empresa Linhas Aéreas de Moçambique fechou as portas.

O Moçambola parou e agora se buscam soluções para que seja retomado e chegue ao fim. A principal dificuldade da Liga Moçambicana de Futebol é o orçamento para o transporte aéreo, segundo disse Alberto Simango Jr., presidente do organismo que gere o Moçambola.

“Em termos orçamentais, o que nós estamos a precisar, neste momento, é de qualquer coisa como 100 milhões de meticais para pagar as passagens, é isso que nós precisamos, porque da época passada para esta, houve um incremento de 100% do custo da passagem, portanto, é isso que está a nos trazer algum custo”, disse Simango.

O facto é que a bonificação que era feita pelas Linhas Aéreas de Moçambique deixou de existir, o que dificulta qualquer acção orçamental da Liga Moçambicana de Futebol, de acordo com Alberto Simango Jr.

“No ano passado, nós viajávamos com cerca de 21 mil meticais por cada passageiro, ou cada atleta, e desta vez são 42 mil”, explicou, garantindo entender as razões que levaram a LAM a exigir o pagamento de 100% da passagem aérea.

“Nós entendemos as razões que a empresa tem, naturalmente, mas não cabe a nós decidirmos. Com este incremento, que é justificável, segundo eles, temos algumas dificuldades, mas o orçamento é esse mesmo, são 100 milhões de meticais”, clarificou.

MOÇAMBOLA SEM DATA PARA RETOMA

Com este défice orçamental de 100 milhões de meticais, Alberto Simango Jr. não sabe quando o Moçambola vai retomar, até porque ainda não há solução para o problema.

Assim, a direcção da Liga Moçambicana de Futebol está à espera da possível solução governamental, por isso pode não haver Moçambola nesta semana.

“Antes é difícil dizer se teremos ou não teremos, mas o importante é que ficou claro com as declarações de Sua Excelência, Ministro da Juventude e Desporto, que o governo vai intervir e Moçambola vai continuar a existir. Portanto, se será esta semana ou não, esperemos para ver”, destacando haver ainda tempo para decisões, até porque “hoje ainda é terça-feira”.

Simango diz mesmo que se dependesse de razões meramente desportivas, “podia dizer que sim”, mas remata que há questões que não dependem de si. “Vamos acompanhar o que o Governo é capaz de fazer nas próximas horas, nos próximos tempos, e aí diremos quando é que nós retomamos.”

O Moçambola disputou apenas um jogo da sexta jornada do Moçambola, com o Baía de Pemba a vencer o Ferroviário de Nampula por duas bolas sem resposta.

CAIFADINE MANASSE NÃO TEM VARINHA MÁGICA PARA CRISE DA LMF

O ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, ouviu as preocupações da Liga Moçambicana de Futebol mas não tem a varinha mágica para os problemas do Moçambola.

Manasse prometeu apenas que vai fazer contactos e trabalhar com outros segmentos para garantir o retorno da prova.

“Isto é algo que tem a ver com transportes. Neste caso, o que vamos fazer como governo é trabalhar com os nossos colegas que estão nesta área”, garantiu, reconhecendo os desafios que as LInhas Aéreas de Moçambique têm pela frente, num momento do processo de reestruturação muito séria para adequá-la àquilo que são as exigências.

“Nós, como o Ministério da Juventude e Desporto, estamos a trabalhar afincadamente para encontrar soluções para a área de desporto para os próximos tempos”, prometeu Manasse.

Aliás, o ministro da Juventude e Desporto prometeu que a imprensa será a primeira a saber das soluções que serão encontradas, afinal os media “sempre sabe das coisas até antes de acontecerem”, por isso “o que vamos fazer é trabalhar para que a mídia saiba quais são os passos que vamos seguir, como governo”.

Sem solução à vista, o Moçambola continua parado, num ano atípico em que iniciou tarde e deve encerrar até Novembro, para dar lugar à preparação dos Mambas que em Dezembro vai disputar o CAN 2025, em Marrocos.

Moçambique terminou com 20 medalhas a participação nos  XI Jogos da Juventude da Região 5, realizados de 4 a 13 de Julho de 2025, na Namíbia. Prepara agora a sua vez de acolher a prova, que terá lugar em Maputo, próximo ano, com ambição de se mostrar ao continente em termos de organização.

Com espírito de garra, união e excelência, Moçambique conquistou 20 medalhas nos XI Jogos da Juventude da Região 5, realizados de 4 a 13 de Julho de 2025, na Namíbia. A delegação regressa ao país com 5 medalhas de ouros, 5 pratas e 10 bronzes, reafirmando o talento e a dedicação dos jovens atletas.

O basquetebol foi a modalidade que esteve em destaque, uma vez que para além de ter conseguido uma medalha na competição, nomeadamente a medalha de prata, após perder na final da competição, garantiu, assim, a qualificação ao Afrobasket da categoria, que vai decorrer, na capital ruandesa, Kigali, entre 4 a 14 de Setembro.

Moçambique subiu ao pódio em várias outras modalidades, dentre elas no Karaté, onde Alberto Maringue conquistou uma medalha de ouro, para além de duas de bronze na natação, na estafeta masculina de 4×100 metros, e vólei de praia, através da dupla Emilia Suade e Artimiza Sitoe.

Outra medalha de ouro foi conquistada por Milena Filipe no triplo salto, conquistado ainda a medalha de bronze no salto em comprimento, enquanto Arnaldo Taipo subiu ao pódio duas vezes para receber a medalha de prata, nomeadamente nas categorias de kata e kumite, no Karate.

“Estes resultados são reflexo da coragem, da preparação e do orgulho nacional com que os nossos jovens representaram Moçambique. Vamos continuar a investir no talento juvenil, no desporto como ferramenta de desenvolvimento, e no espírito de união que nos distingue”, disse o ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, na hora do balanço.

O evento, de dimensão continental, teve mais de 2.500 atletas de 11 países, que competiram em 12 modalidades, nas cidades de Windhoek e Swakopmund. A Namíbia, que assumiu a organização com excelência após Moçambique ter cedido o lugar, apostou em estádios renovados, inclusão de jovens com deficiência e um modelo de sustentabilidade regional.

Com o fim do evento de Namíbia, Moçambique carregou o testemunho e o compromisso com o futuro para acolher a prova em 2026.

Em Maio deste ano, Moçambique assinou o acordo para sediar os XII Jogos da Juventude da Região 5 em 2026. O desafio está lançado e já iniciam os preparativos para acolher a maior competição desportiva da região.

O Chelsea é o campeão da primeira edição do Mundial de Clubes. Os “Blues” golearam o PSG, na final, por três bolas sem resposta, partida em que Cole Palmer foi a figura marcando dois dos três golos.

A Inglaterra vive um sonho! O Chelsea é, para já, a melhor equipa do mundo. Não só venceu, assim como convenceu. Acima de tudo, venceu o futebol e o espectáculo. Era uma equação difícil de prever o resultado. 

Chelsea e PSG, duas equipas que justificaram o facto de terem chegado à final da do Mundial de Clubes. Com uma nota artística, Cole Palmer, um dos jogadores mais frios do mundo, começou a traçar o caminho da vitória, aos 22 minutos. 

Ainda havia muito por jogar e, por isso mesmo, tudo poderia acontecer. Nem Doué, nem Dembelé, nem Vitinha e nem qualquer outro jogador do PSG, mas sim, mais uma vez, Cole Palmer. 

O dia era todo seu e em mais um momento de inspiração marcou o segundo golo do Chelsea. Tudo ficava complicado para a equipa de Luís Enrique, que ainda assim não atirou a toalha ao chão. Lutou e soube justificar a sua grandeza. 

Das terras do Samba, João Pedro, quão matador inocente, ampliou o marcador, bem no fim da primeira parte. Num mundo de remontadas, o PSG acreditava que pudesse virar o resultado. 

Os parisienses tentaram e deram tudo em campo, mas a história do jogo já estava escrita. O Chelsea é o campeão da primeira edição do Mundial de Clubes. Para trás fica a lição de um só mundo e o poder transformador do futebol.

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), esclareceu esta quinta-feira, através de um comunicado, as razões por detrás do adiamento dos jogos do Campeonato Nacional de Futebol-Moçambola 2025, agendados para o último este fim-de-semana.

Segundo a nota oficial, a LAM aponta como principal causa a falta de cumprimento de pagamentos para a emissão de passagens aéreas necessárias à deslocação das equipas envolvidas na competição. A companhia indica que, no actual contexto operacional e financeiro em que se encontra, os bilhetes devem ser pagos antecipadamente, sobretudo tendo em conta dívidas acumuladas referentes às primeiras jornadas do ano e a exercícios anteriores.

A transportadora nacional informou ainda que, em resultado dessa situação, não foi possível, até ao momento, renovar o contrato que, em anos anteriores, permitia a emissão das passagens para o campeonato.

Apesar do impasse, a LAM manifesta total abertura para retomar as negociações com a entidade gestora do Moçambola, no sentido de encontrar soluções que viabilizem a deslocação das equipas e garantam o normal prosseguimento da prova.

A companhia reafirma o seu compromisso com o desporto nacional e a sua vontade de contribuir para o sucesso do Moçambola 2025, dentro das possibilidades sustentáveis.

Dirigentes desportivos dizem que o adiamento da maioria dos jogos da sexta jornada do Moçambola é o cúmulo de um problema de insuficiência logístico conhecido e ignorado pela Liga Moçambicana de Futebol e que podia ter sido sanado antes do arranque do campeonato nacional. 

Forçado a mudar de sistema devido a problemas logísticos, o Moçambola 2025 continua a decorrer num clima de  tensões.  

A informação, avançada esta quinta-feira pela Liga Moçambicana de Futebol sobre o adiamento de seis dos sete jogos programados para a sétima jornada, levanta uma ferida antiga, segundo afirma Miguel Vaz.

“Na semana em que o Moça,bola ia começar de facto, veio o Presidente da federação, de uma forma muito apoteótica e vitoriosa, anunciar que o Moçambola ia iniciar-se na data indicada, e que o compromisso dela era um compromisso efectivo. Hoje, estamos a ver e a concluir que isso não é verdade. A minha opinião é que tudo aquilo que gira em torno do Moçambola está a acontecer como está a acontecer não se deve a falta de capacidade logística”, disse Miguel Vaz, dirigente do desportivo.   

Os sinais de falhas no decurso das jornadas apareceram muitos antes da sexta jornada e um dos factos foi a remarcação de jogos durante a quarta e quinta jornada, uma situação que complica a preparação das equipas.

“Isso implica um certo valor que tem que ser pago antecipadamente para que as linhas aéreas possam emitir as passagens. E  há um outro problema, que na minha opinião, afecta os clubes: é que na semana passada, de sexta até quarta-feira,  vamos supor que haja uma equipa que vai viajar para Tete, ela tem que fazer a sua logística, porque quem paga tudo é o clube. E para que determinados hotéis recebam algumas pessoas, os hotéis  têm que estar preparados, porque, numa delegação desportiva, não vai cada um dormir no seu próprio quarto”, explicou Vaz.  

Vitor Miguel, também  Dirigente Desportivo, questiona a falta de comunicação prévia por parte da Liga Moçambicana de Futebol que ao fim ao cabo os clubes é que são castigados.

“Veja que esta comunicação vem de ontem a noite ou antes de ontem, e hoje, sexta-feira, os clubes que estavam preparados para realizar os jogos no sábado, quer domingo, já tinham toda a logística feita e isto está a trazer situações embaraçosas para os clubes, que não têm como recuperar isso”, reclamou Victor Miguel.  

Na visão de Miguel Vaz, o adiamento dos jogos da jornada seis pode ser o prelúdio de uma crise, que exige maior organização da entidade que gere o Moçambola.

“Eu penso que a nível de futebol as coisas não se fazem porque temos fé que isso vai acontecer, mas é preciso que haja programação, haja organização. Então, aquilo que não existe na Liga de Futebol Moçambicana é programação e organização, porque tudo funciona na base da fé (…) Uma prova como esta tem que funcionar com bases em garantias concretas, nada pode ser com base na fé ou na percepção. Infelizmente, a nossa liga funciona na base da fé e da apreciação”, disse.  

O comunicado da Liga Moçambicana de Futebol é menos explicativo sobre a localização dos referidos problemas lógicos, daí que os  antigos dirigentes desportivos desafiam a LAM a vir ao público explicar.

Sobre o assunto a liga Moçambicana de futebol fecha-se em dar quaisquer detalhes adicionais ao comunicado de imprensa, o mesmo acontece do lado das Linhas Aérea de Moçambique. Enquanto isso, dos sete jogos programados para a sétima jornada, só um vai acontecer, trata-se do Ferroviário de Nacala e Nampula por serem da mesma província.

A Liga Moçambicana de Futebol adiou seis dos sete jogos da sexta jornada do Moçambola que deveriam acontecer este fim-de-semana, devido à indisponibilidade dos voos para a deslocação das equipas. 

O anúncio foi feito através de um comunicado da Liga Moçambicana de Futebol. 

Apenas um dos sete jogos que estavam previstos para este fim-de-semana é que se irá realizar. Trata-se da partida entre os Ferroviários de Nacala e de Nampula. 

No comunicado, tornado público esta quinta-feira, a LMF justifica que o adiamento foi motivado por problemas logísticos, ligados à indisponibilidade de voos para a deslocação das equipas.

A entidade responsável pela maior prova futebolística nacional avança que está a empreender todos os esforços possíveis para garantir que a situação seja resolvida.

Esta não é a primeira vez desde o arranque da prova em Maio, que a Liga Moçambicana de Futebol é obrigada adiar jogos devido ao cancelamento ou indisponibilidade de voos. 

Recentemente, o jogo entre o Ferroviário de Maputo e Textáfrica de Chimoio foi adiado duas vezes por conta das dificuldades de os “fabri” viajarem para Maputo. 

Jogadores, treinadores e dirigentes foram obrigados a pernoitar no Aeroporto Internacional da Beira. 

Assim, ainda não há datas sobre a realização da sexta jornada do Moçambola, prova liderada pelo Ferroviário de Maputo, com 11 pontos.

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