O País – A verdade como notícia

Morreu, esta terça-feira, aos 53 anos de idade, o director de futebol do FC do Porto, Jorge Costa, após sofrer uma paragem cardiorrespiratória, após sentir-se mal quando se encontrava no centro de treinos do FC Porto, no Olival. 

Segundo escreve a imprensa portuguesa, o director de futebol dos dragões ainda foi assistido no local, com recurso a um desfibrilhador, antes de ter sido transportado, de urgência, para o Hospital de São João, em Paranhos, no Porto, onde foi declarado como óbito. 

Natural da cidade do Porto, Jorge Costa deu os primeiros passos no mundo do futebol ao serviço do FC Foz, mas foi ao serviço do FC Porto, clube ao qual chegou, em 1987, com apenas 15 anos de idade, que acabaria por transformar-se numa “lenda” dos relvados. 

Estão cancelados todos os jogos da Associação Desportiva de Vilankulo, equipa que recentemente se envolveu num acidente de viação que causou uma morte e 18 feridos. Para reforçar a segurança das equipas, a Liga Moçambicana de Futebol assinou um memorando de entendimento com a EMOSE, nesta segunda-feira.

O recente acidente de viação envolvendo a Associação Desportiva de Vilankulo, que culminou com a morte de uma pessoa e 18 feridos, forçou a Liga Moçambicana de Futebol a novas abordagens. A LMF terá de redimensionar o calendário do Moçambola.

“Nós estamos a equacionar, estamos a falar com a direcção do clube, iremos fazer uma visita muito brevemente para fazermos um trabalho mais dedicado e aí iremos pronunciar qual é a situação, mas para já, os jogos que envolvem o ADV ficam adiados, até que nós possamos aferir que as condições estão criadas para o retorno”, disse Alberto Simango Jr.

Apesar do incidente, a LMF descarta a possibilidade de mudar o actual modelo de viagens do representante da província de Inhambane na maior prova futebolística nacional.

Simango Jr. diz mesmo que a questão de transportar o clube de Inhambane via aérea vem sendo discutida há muito tempo e que “é o nosso desejo que assim o fosse”.

Todavia, de acordo com Alberto Simango Jr., “sabemos que o aeroporto mais indicado é o de Vilankulo e neste momento o campo não tem uma infraestrutura que possa acolher jogos no Moçambola, por razões conhecidas por todos”.

A Liga Moçambicana de Futebol assinou, nesta segunda-feira, um memorando de entendimento com a Empresa Moçambicana de Seguros, EMOSE, que contempla apoio financeiro e seguros para os clubes.

“Antes de começarmos as competições, ao longo deste tempo todo, íamos trabalhando no sentido de garantir que os clubes pudessem se beneficiar dos seguros, tanto de viagem assim como de trabalho. Estou ciente de que infelizmente este acidente aconteceu, mas julgo eu que está assegurado, o clube mesmo não poderia se expor à estrada sem ter o seguro garantido”, destacou Alberto Simango Jr., Presidente da LMF.

O presidente do Conselho de Administração da EMOSE, Janfar Abdulai, assegura que o acordo vai preencher o vazio de seguros nos clubes. “Nós temos por acaso alguns clubes que contrataram seguro com a EMOSE, alguns clubes, mesmo no início, porque eu julgo que é um dos requisitos impostos no acto de licenciamento dos clubes”, disse. 

Por outro lado, segundo Abdulai, os clubes devem ter seguro para os atletas “e nós temos alguns clubes que contrataram seguro aqui na EMOSE. Não vou avançar o nome por questões de publicidade”.

O acordo entre a Liga Moçambicana de Futebol e a Empresa Moçambicana de Seguros poderá ser renovado anualmente. 

 

A Confederação Africana de Futebol aprovou parcialmente o Estádio Nacional do Zimpeto para acolher os jogos internacionais. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo Fundo de Promoção Desportiva, que explicou que, segundo a CAF, o recinto apenas pode acolher jogos no período da tarde e com até 15 mil espectadores no máximo. A CAF aprovou ainda o Lalgy Arena, campo da Black Bulls para as eliminatórias das afrotaças

A Confederação Africana de Futebol não resistiu aos encantos do Estádio Nacional do Zimpeto quase seis meses depois de ter reprovado o recinto por não reunir condições para acolher jogos internacionais. Trabalho feito, paz restabelecida com a CAF e o estádio está aprovado.

“Recebemos o comunicado oficial que informa estarem reunidas condições para reversão da decisão de banimento, podendo o Estádio Nacional do Zimpeto acolher jogos internacionais da CAF, com algumas restrições”, começou por dizer Sílvia Langa, directora do Fundo de Promoção Desportiva.

Das duas restrições impostas pela CAF nesta aprovação parcial do ENZ, “a primeira é que a realização dos jogos só pode decorrer de dia e a segunda, ainda não estamos em condições de acolher jogos na nossa capacidade máxima, que é de 42 mil espectadores”, esclareceu Sílvia Langa, confirmando que a CAF recomenda que os jogos sejam acolhidos apenas para 15 mil espectadores.

Nada mau para quem esperou por quase seis meses. O estádio foi parcialmente aprovado, daí que ainda há muito trabalho por se fazer, segundo disse a directora do  Fundo de Promoção Desportiva.

“Neste momento, podemos dizer que ainda estão em curso actividades de edificação do muro de vedação no perímetro exterior, que vai também reforçar as questões de segurança, de acesso e de manutenção. O estádio sofria muito por conta do nível de acesso para as casas de banho públicas e outros compartimentos que eram vandalizados na ala C. Neste momento, com os nossos parceiros, estamos a incitar acções pontuais com vista a reduzir, e até certo ponto, eliminar este grau de vulnerabilidade”, confirmou Sílvia Langa.

O trabalho não pára por aí. O Fundo de Promoção Desportiva, gestor da infra-estrutura, vai melhorar, também, a iluminação do estádio de modo a acolher jogos nocturnos.

“Nós estamos a presumir que o não acolhimento ou da recomendação da não realização de jogos após o anoitecer é exactamente por causa da iluminação. Contudo, observou-se todo o tipo de exigências relativamente à aquisição de holofotes para as duas torres. São holofotes novos. Os paineis, não só das duas torres, mas também pelo painel da bancada, foram intervenccionados e colocados novos paineis”, destacou Langa que mostrou-se tranquila, até porque sabe que a CAF tem instrumentos próprios de medição.

Com a aprovação do Estádio Nacional do Zimpeto, é certo que os Mambas vão jogar em casa diante do Botswana, no próximo mês em partida a contar para a qualificação ao Mundial-2026 nos Estados Unidos da América, México e Canadá. 

 

Arena Lalgy também aprovada

Por outro lado, a Confederação Africana de Futebol aprovou o Lalgy Arena, campo da Associação Black Bulls, para receber os jogos das eliminatórias de acesso à fase de grupos das competições africanas de clubes.

Uma aprovação que deixou a colectividade satisfeita, que considera que esta conquista “representa mais um passo no nosso compromisso de elevar o futebol nacional e proporcionar aos nossos atletas e adeptos um palco digno das grandes competições continentais”.

De acordo com o comunicado do clube, “estamos prontos para fazer história, em casa, com o apoio de todos vocês! Contamos com o vosso apoio incondicional para transformar o Lalgy Arena num verdadeiro forte do futebol moçambicano”.

A Black Bulls, campeã nacional, vai disputar as eliminatórias de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões africanos e vai acolher os jogos em sua casa, o mesmo podendo suceder com o Ferroviário de Maputo, vencedor da Taça de Moçambique, que vai estar nas eliminatórias da Taça CAF.

Os dois representantes moçambicanos nas afrotaças vão conhecer os seus adversários no próximo dia 12 de Agosto.

O internacional moçambicano Reinildo Mandava fez a sua estreia ao serviço do Sunderland este sábado, diante do Real Bétis, em partida amigável. O jogador disse ter ficado feliz com a estreia e promete continuar a trabalhar para merecer a confiança do treinador.

Chegou, viu e já está a merecer a confiança do treinador. Reinildo Mandava foi escalado para o onze inicial do jogo deste sábado, amigável diante do Real Bétis da Espanha, que serviu de apresentação do plantel para os seus adeptos.

A jogar a defesa central, Mandava teve uma boa prestação na partida e mereceu elogios do treinador e do clube, que escreveu nas suas redes sociais que foi uma estreia muito bem-sucedida pelo Sunderland.

“Uma estreia muito bem-sucedida pelo Sunderland. Jogou como defesa-central, não sua posição mais forte, mas que ele já jogou bastante no passado. Tomou boas decisões com a bola e defendeu com confiança e sem problemas. Muito bom”, escreveu o Sunderland Echo.

O treinador francês, Régis Le Bris, não ficou indiferente perante a boa actuação do moçambicano. “Acho que adicionamos novos blocos de construção hoje com um pouco mais de experiência na equipa”, disse Le Bris.

Mandava acabou por ser substituído aos 62 minutos, pouco antes do Real Bétis marcar o único golo da partida com que a equipa inglesa perdeu o jogo.

No final do encontro, o internacional moçambicano disse ter ficado feliz com a estreia.

“Me sinto muito bem. Estar aqui no Sunderland e jogar neste lindo campo, este grande estádio, que nos apoiou pela primeira vez. Me sinto muito bem. Estou muito, muito feliz. A primeira impressão foi boa”. 

Apesar da derrota, Mandava diz que a equipa estará pronta para o arranque da Premier League, dentro de duas semanas.

“Sabemos que temos dois jogos para a pré-época. Então acho que estamos no caminho certo para estarmos prontos para o primeiro jogo no campeonato. Então continuamos puxando, continuamos a trabalhar até o primeiro jogo”.

Mandava é o primeiro jogador moçambicano que vai jogar na premier league da Inglaterra e fará a estreia diante do West Ham, para a primeira jornada.

A Confederação Africana de Futebol vai aumentar em 75 por cento o prémio em dinheiro para os vencedores do CHAN, prova reservada para os jogadores que actuam em campeonatos internos. O vencedor vai receber 3,5 milhões de dólares em relação à edição anterior e o valor total está fixado em 10,4 milhões de dólares.

A Confederação Africana de Futebol procura dar prestígio ao futebol africano. Com essa nova abordagem, a CAF vai incrementar o prémio para os vencedores do CHAN, prova reservada aos jogadores que actuam nos campeonato internos.

Assim, o valor vai resgistar um aumento de 75 por cento, passando para 3, 5 milhões de dólares em relação à edição anterior. O valor total da premiação está fixado em 10,4 milhões de dólares.

Pela primeira vez na história do futebol africano, três países vão acolher  conjuntamente o CHAN, nomeadamente: Tanzânia, Quénia e Uganda.

Com potências como o actual campeão Senegal, os bicampeões Marrocos e República Democrática do Congo, e os gigantes continentais Nigéria, Argélia e Zâmbia na disputa, espera-se por um campeonato competitivo em todos os quatro grupos.

A edição deste ano conta também com a estreante República Centro-Africana, que se testará em um equilibrado Grupo B ao lado de Tanzânia, Madagascar, Mauritânia e Burkina Faso. Enquanto isso, o Grupo C sediará alguns dos confrontos mais esperados do torneio, incluindo Uganda, Argélia, Guiné, África do Sul e Níger.

O Grupo D, embora seja o menor, com quatro equipas, apresenta algumas das selecções mais bem-sucedidas. Ao lado de Senegal e Nigéria, estão Congo e Sudão, duas nações com forte tradição no CHAN.

O lateral-esquerdo moçambicano, Reinildo Mandava, pode estrear-se este final-de-semana pela sua nova equipa, o Sunderland, num jogo amigável diante do Real Betis da Espanha. A informação foi avançada pelo treinador francês, Régis Le Bris.

Depois de ter integrado os trabalhos de preparação para a nova temporada a 20 de Julho passado, Reinildo Mandava teve que acelerar o seu ritmo competitivo para estar no nível que os seus outros companheiros e poder ser uma pedra importante para o seu treinador.

Este Sábado (02), contra o Real Bétis, o internacional moçambicano pode contabilizar os seus primeiros minutos com a camisola dos “gatos pretos”

Recorde-se que o lateral esquerdo demorou integrar o conjunto inglês uma vez que estava em representação do Atlético de Madrid, sua antiga equipa, no Mundial de Clubes, nos EUA.

 

O Presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, e a sua equipa de trabalho visitaram, esta quarta-feira, o Estádio Nacional do Zimpeto para acompanhar de perto os trabalhos de melhoramento da infra-estrutura, em linha com as recomendações da CAF.

Recebidos pela Directora do Fundo de Promoção Desportiva, Sílvia Langa, a direcção da FMF diz ter reforçado a cooperação e o alinhamento para que o jogo da 8.ª jornada de qualificação ao Mundial FIFA 2026, frente ao Botswana, decorra naquele recinto em Setembro próximo.

O Presidente manifestou ainda satisfação com os avanços registados, reafirmando o compromisso da FMF em garantir as melhores condições para a nossa selecção e para os adeptos.

 

A selecção nacional feminina de basquetebol perdeu diante do Mali, esta quinta-feira, por 86-68, e disse adeus às meias-finais da prova. Resta às “guerreiras do índico” lutar pela dignidade nos próximos jogos, para pelo menos terminar na quinta posição

Era o tudo ou nada para as “guerreiras do Índico” no Afrobasket-2025, em Abidjan, na perseguição aos seus objectivos de chegarem o mais longe possível na competição, nomeadamente as meias-finais e, quiçá, na disputa final.

Quis o destino que a poderosa Mali fosse o adversário e depois da excelente prestação diante da República da Guiné, na quarta-feira, houve muita expectativa no seio dos moçambicanos, que auguravam um resultado positivo.

Mas desde cedo as coisas não saíram a contento para as “guerreiras”, que tinham pouca munição para muito Mali na quadra. É que os seus lançamentos não caiam no cesto, não só do exterior, mas também no interior do garrafão, inclusive por baixo da tabela.

O resultado começou a ser desenhado ainda no primeiro período quando as malianas saíram a vencer por 10 pontos de diferença, ou seja, 21-11.

Sem muitos argumentos para contrariar o poderio das adversárias, que em muitos momentos conseguiam recuperar bolas e até se darem ao luxo de acertarem em muitos lançamentos triplos, contrariamente às jogadoras da selecção nacional, que não tinham discernimento para tal.

O intervalo, sem surpresa, chegou com o resultado de 51-36 a favor do Mali, quase que a dar a indicação do vencedor do jogo.

Nasir Salé precisava mudar os acontecimentos na quadra e, apesar de ter rodado bastante a equipa, o resultado era sempre o mesmo: falhas nos lançamentos.

Ainda assim, no terceiro período as “guerreiras do Índico” tentaram reverter o cenário, chegando a sair com vantagem em termos de diferença de pontos, uma vez que marcou 18 pontos, contra 14 do Mali, reduzindo o marcador para 66-54.

Mas no último quarto as malianas foram com tudo, controlaram o jogo e fixaram o resultado em 86-68, garantindo passagem às meias-finais, relegando Moçambique para os playoffs das classificações do quinto classificado.

 

Defendemos mais do que atacamos, diz Nasir Salé

Na hora do balanço do jogo, o seleccionador nacional, Nasir Salé, disse que o combinado nacional passou mais tempo a defender do que a atacar, ou seja, “não tivemos aquela clarividência que havia necessário para nós podermos superar aquilo que é a poderosa selecção do Mali”. 

Ainda assim, Salé diz que é preciso perceber que o conjunto moçambicano fez o seu máximo, chegando a ter duas atletas com dois dígitos em termos de pontuação, enquanto o Mali teve quatro atletas, o que prova a intenção que tinha na quadra.

Por seu turno, Ingvild Mucauro disse que os erros cometidos no início do jogo custaram caro à equipa e que foi um jogo que já sabiam que seria difícil. “Infelizmente nós começamos mal e acabamos todo o jogo estando a correr atrás do prejuízo. Então, o facto de termos entrado de início mal, de início ansiosos e cometendo erros na zona defensiva, que é o ponto forte do Mali, nos custou o jogo, então, não queríamos ter começado assim, mas basquetebol, desporto, acontece, eles cometeram menos erros nesse sentido e aproveitaram-se mais dos nossos erros do que nós dos erros deles, então, foi um jogo difícil”, disse.

 

Caifadine Manasse encoraja “guerreiras do índico”

O Ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, deixou uma mensagem de encorajamento às jogadoras da selecção nacional de basquetebol sénior feminina, depois da derrota diante do Mali, que as afasta das meias-finais da prova.

Na página das redes sociais do Ministério da Juventude e Desporto, Manasse escreve que “acompanhamos com atenção e orgulho a vossa entrega no jogo desta noite. Nem sempre o resultado reflete o esforço e a coragem demonstrados em campo — e hoje foi um desses dias. Reconhecemos a vossa atitude exemplar, espírito de luta e resiliência. São estas qualidades que fazem de vocês verdadeiras embaixadoras do desporto moçambicano. Vamos seguir com o mesmo foco, união e dignidade, pois, a classificação condigna ainda está ao nosso alcance”.

Manasse termina dizendo que o Governo está com as “guerreiras”.

As “Guerreiras do Índico” venceram a Guiné Conacri por 91-38 e qualificaram-se aos quartos-de-final do Afrobasket da Costa do Marfim. Na fase do mata-mata, as atletas moçambicanas vão medir forças com o Mali

Nasir Salé apostou num cinco inicial que dava indicações de as guerreiras do Índico não estavam na quadra para levar de ânimo leve a partida. 

Silvia Veloso, Stefania Chiziane, Ingvild Mucauro, Tanucha Dongue e Carla Covane foram as primeiras chamadas a não defraudaram. Afinal, levaram Moçambique a vencer no final dos primeiros 10 minutos por 27-9.

Já começava a evidenciar-se o plano de chegar aos quartos-de-final, uma vez que as guerreiras não facilitavam. Os lançamentos eram teleguiados ao cesto da Guiné-Conacri e ao intervalo eram 30 pontos de diferença: 50-20.

O seleccionador nacional trocava constantemente o cinco moçambicano, já a pensar em descansar as principais unidades a pensar no jogo com Mali, por isso no terceiro quarto só foram apontados 28 pontos para Moçambique e 10 para Guiné, terminado com 78:30.

O quarto período era para gerir o resultado e rodar ainda mais, procurando não desgastar as jogadoras. O resultado final acabou por ser de 91-38, 62 pontos de diferença que mostram claramente a intenção de Moçambique na prova.

Leia Dongue, com 13 pontos e 7 ressaltos, e Chanaya Pinto, com 8 pontos, foram as guerreiras que estiveram em evidência.

 

+ LIDAS

Siga nos