A Black Bulls arrancou, esta segunda-feira, com os trabalhos de preparação da época futebolística 2025. Além de revalidar o título do Moçambola, os “touros” têm como principal objectivo alcançar a fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos, o que, de facto, aconteceu ano passado
É a última equipa das 14 que vão participar no Moçambola 2025 a abrir as suas oficinas. O primeiro treino da época serviu para recuperação dos jogadores, após um mês de férias, explicou Hélder Duarte.
O campeão em título tem objectivos claros, numa época em que estará envolvido em três competições, como revalidar o título de campeão nacional de futebol e alcançar a fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos.
A Black Bulls deverá fazer toda a preparação da época internamente, com os trabalhos a obedecerem muitas fases.
“Iniciamos a nossa preparação para a temporada de 2025 com a mesma garra, determinação e paixão que sempre nos caracterizaram. A abertura da nossa oficina não é apenas o começo de mais um ano de competição, mas sim o renovar do nosso compromisso com o crescimento, com o trabalho árduo e com a superação de desafios”, afirmou o Presidente da Black Bulls, Junaide Lalgy.
Para Lalgy, “Sabemos que o caminho não será fácil, mas é nos momentos de maior exigência que mostramos quem realmente somos. Somos Touros! Somos resilientes, trabalhamos juntos e nunca desistimos. Cada treino, cada esforço e cada sacrifício feito agora será reflectido nas nossas conquistas futuras”.
O ano passado, disse Lalgy, trouxe muitas alegrias e aprendizados ao clube de Txumene, mas, agora, é hora de pensar mais alto, de evoluir ainda mais e de consolidar o legado.
“Não jogamos apenas por títulos; jogamos por um propósito maior: transformar vidas, inspirar uma nova geração e elevar o desporto moçambicano. A cada um de vocês, peço compromisso, disciplina e paixão. Vamos crescer juntos, respeitar os nossos adversários e, acima de tudo, honrar o nosso nome dentro e fora do campo. Se trabalharmos com foco e união, os desafios se tornarão oportunidades, e as dificuldades, combustível para irmos ainda mais longe”, concluiu Junaide Lalgy.