O que resta ao corpo se “Um Umbigo arde na boca”?
Há poemas que não se deixam domesticar. Entram na boca como brasas, roçam a garganta, inflamam os sentidos. Há poemas que não cabem em uma
Há poemas que não se deixam domesticar. Entram na boca como brasas, roçam a garganta, inflamam os sentidos. Há poemas que não cabem em uma
Por: Fernanda da Lena Hermano A história da arte é também a história das ausências. Em cada grande movimento, há nomes que não chegaram a
Uns vêem o mundo em paredes brancas, outros nas estampas que a vida borda sobre os seus dias. Há quem encontre raízes na lembrança de
Eu sou carvão. Tenho que arder. Queimar tudo com o fogo da minha combustão. José Craveirinha, Grito Negro Há imagens que não precisam de palavras
Rasgam-se os corações, varem-se as palavras e enchem-se as almas diante do embate entre cores e letras. As obras de Sebastião Coana não repousam; elas
Quando os vivos já não honram os seus mortos, o que resta na humanidade? É com este questionamento que nos lançamos aos contos de
Algumas obras não pedem licença! Elas invadem, desestabilizando e lançando golpes que atingem o coração e consciência de quem as lê. Missa pagã, é um
Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara! in Ensaio sobre a cegueira, José Saramago. Quanto mais me aproximava, mais tudo ao redor se
Na imensidão do cosmos, onde cada estrela carrega um segredo e cada constelação desenha um caminho, as mãos humanas actuam como pincéis, unindo essas partículas
Entre o silêncio das paredes e o som das memórias, a arte revela o entrelaço do passado e do presente. Ao cruzar o limiar