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Moçambique necessita de fontes diversificadas de financiamento

A ministra das Finanças, Carla Louveira, defende que o desenvolvimento do País exige fontes de financiamento diversificadas, sustentáveis e crescentes, baseadas na mobilização da poupança interna e do investimento externo.

“O mercado de capitais é, neste contexto, um instrumento incontornável, não apenas como alternativa ao financiamento bancário, mas como mecanismo de democratização do acesso ao investimento”, referiu a governante.

Carla Louveira falava durante a cerimónia de premiações da Bolsa de Valores de Moçambique (BVM 2026), encontro que contou com a presença dos presidentes da Bolsa de Valores de Cabo-Verde, Angola, entre outras personalidades.

Por sua vez, o presidente da Bolsa de Valores, Pedro Cossa, explicou que a cerimónia visa reconhecer o papel de cada empresa cotada na Bolsa pela dinamização do mercado de capitais moçambicano para financiar a economia.

Já a presidente da Bolsa de Valores de Cabo-Verde, Júlia Alves da Cruz, justificou a sua presença no evento com a necessidade de renovar o compromisso dos dois países firmado em 2022 para a partilha de conhecimentos.

Segundo uma nota publicada na página electrónica do Ministério das Finanças, ao longo dos 27 anos de sua existência, a Bolsa de Valores foi marcada por uma trajectória de resiliência e um compromisso constante com a modernização.

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