Severino Ngoenha volta a insistir que o país precisa usar parte do Fundo Soberano para financiar a Educação, pois, sob seu ponto de vista, só assim é que o país pode reduzir a dependência externa. O académico critica a qualidade de ensino e entende que uma educação que não resolve os problemas do país é prova de que não é de qualidade.
Severino Ngoenha volta a lançar um olhar crítico ao sector da Educação em Moçambique e alerta para o risco que pode advir da falta de um investimento sério no sector.
Na sua óptica, a falta de uma resposta acertada para esses problemas é um dos barómetros que ajudam a medir a qualidade do ensino.
Segundo Ngoenha, a Educação não se deve fazer polémicas, mas trazer soluções.
Se no passado, o analfabetismo facilitou a escravatura em África, o filósofo vê um futuro sombrio, caso o Governo não assuma priorize a Educação como factor de transformação sócio-científico.

