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Primeira-Dama oferece donativos e insumos agrícolas em Guara-Guara 

A Primeira-Dama da República,  Gueta Chapo, assistiu, este domingo, cerca de cinco mil  famílias com a entrega de donativos alimentares, kits de higiene,  utensílios e insumos agrícolas, na localidade de Guara-Guara, distrito  de Búzi, província de Sofala, no âmbito do acompanhamento da  situação das populações afectadas e desalojadas pelas cheias. 

No conjunto dos apoios entregues constam baldes, kits de higiene e  materiais destinados às crianças e mulheres, bem como instrumentos  de trabalho agrícola. “Além dos baldes e kits de higiene e kits para as  nossas crianças, as nossas mulheres, temos igualmente ancinhos,  catanas, enxadas e insumos agrícolas. Isso é extremamente  importante”, frisou. 

A Primeira-Dama sublinhou que, apesar dos impactos das cheias, a  retoma da produção agrícola é fundamental para a segurança  alimentar das famílias afectadas. “A chuva veio, sim, e nós precisamos  de produzir, a nossa população precisa de produzir para conseguir  alimentar-se. Assim temos que ir às machambas [campos agrícolas],  cultivar”, declarou. 

Reforçando a mensagem de resiliência, Gueta Selemane Chapo  destacou a necessidade de olhar para o futuro e retomar a  normalidade possível nas comunidades. “A vida não pára, temos que  olhara sempre em frente e isto é o que estamos a fazer neste  momento”, acrescentou.

A Primeira-Dama indicou que a assistência abrange não apenas as  famílias acolhidas no centro de acomodação, mas também a  população circunvizinha. “Hoje vamos assistir mais de cinco mil  famílias, não só aquelas que foram afectadas pelas cheias e que se  encontram aqui no centro de acomodação, mas também a  população circunvizinha, porque todos perderam alguma coisa e  precisam de ser ajudados, precisam de ser apoiados”, disse. 

Reiterou que a acção em Guara-Guara insere-se num  esforço mais amplo de apoio às populações vulneráveis em diferentes  pontos do país. “Estamos aqui para apoiar a população  moçambicana, não só a comunidade de Búzi, de Sofala, mas de  todos os sítios onde formos a passar”.

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