A selecção nacional de futsal defronta, no fim da tarde desta terça-feira, a sua similar da Mauritânia, em partida da primeira mão da segunda eliminatória de acesso à fase final do Campeonato Africano das Nações de Futsal, prova que terá lugar em Marrocos, ainda neste ano.
O embate, que terá lugar no pavilhão Muhammed V, em Casablanca, Marrocos, inicia-se quando forem 17h00 de Maputo e abre portas para a caminhada do conjunto moçambicano a mais um CAN, depois de ter falhado a edição passada, também realizado em terras marroquinas.
Esta é a única eliminatória que a selecção nacional, treinada por Nadir Narotam, terá para chegar à fase final, sendo que a segunda mão se disputa na próxima semana no pavilhão da Liga Desportiva de Maputo.
Para esta deslocação, o seleccionador nacional levou consigo apenas 14 atletas, dos 19 inicialmente convocados. Cinco jogadores ficaram de fora desta primeira “mão” e serão reintegrados para os trabalhos de preparação para o jogo da segunda mão, no dia 8 de Fevereiro, na Cidade de Maputo.
Integram a lista dos eleitos para o compromisso em Rabat os guarda-redes André Anders e Carlos Ombe, bem como os jogadores Xavier Márcio, Dhokas, Danny Super, Chume Jr., Vasquinho, Ivan Adriano, Júnior de Sousa, Mano Zira, Idelson, Lineu Máquina, Amin Caló e Ricardinho. Não seguiram viagem Mário Júnior, Taimo Reginaldo, Abílio Levessene, Babuba e Zaid Panachande.
Os jogadores do combinado nacional estão motivados para este jogo, reforçado pelo facto de jogarem em pleno Dia dos Heróis Nacionais, o que eleva ainda mais a auto-estima e a ambição de resolver o quanto antes a eliminatória, ou pelo menos somar um resultado que permita alguma tranquilidade no jogo de Maputo.
Moçambique tem história nas fases finais do CAN de Futsal, tendo alcançado um segundo lugar numa competição que organizou, para além do terceiro lugar em 2015, na África do Sul, que garantiu a qualificação para o Mundial da modalidade, no ano seguinte.
O objectivo principal é garantir a qualificação para a fase final da prova de Marrocos e depois pensar em fazer mais um brilharete que permita ao conjunto moçambicano sonhar com mais uma qualificação para o Mundial, que seria a segunda na história do futsal moçambicano.

